O meu filho H. é IMPLACÁVEL... quando apanhamos o transfere do Palácio da Pena, achou que estávamos a andar com muitos solavancos pelo que no fim da viagem foi ter com o condutor e disse-lhe muito indignado:
"Olha, tu estavas a andar muito depressa!"
Ao que o condutor ainda tentou desculpar-se dizendo que havia muitas pessoas à espera...
Mas ele ficou ainda mais furioso e disse-lhe um tom acima:
"Mas tu estavas a andar muito rápido!" (não fosse ele não ter percebido à primeira) e saiu do "comboio" a fumegar enquanto o condutor pedia desculpa meio encavacado...
A C. crescida quando tinha 5 anos perguntaram-lhe o que queria ser quando fosse grande (típico!), ao que depois de pensar uns segundos respondeu:
"Quero ser Mãe mas só que sem filhos que é para poder ver televisão e jogar computador e assim..."
O F. este ano começou a duvidar da existência do Pai Natal. Mas esteve na dualidade de querer imenso acreditar e achar que realmente era impossível que ele existisse...
"Ó Mãe, mas existe ou não?"
"Cada um acredita no que quer. Eu gostava de acreditar." - respondi-lhe.
No dia seguinte, ainda não muito convencido encontrou um argumento lógico para a existência do Pai Natal:
"Mãe, então se o Pai Natal não existisse, como é que eu no ano passado ganhei um Lego que custava quase 100€?! Tu não ias dar 100€ por um lego, pois não? E eu vi no catálogo que era esse o preço!"
(Meu querido filho! Até tem razão.... Benditos dias de 50% desconto em brinquedos!!!!)
A C. pequenina está na fase de imitar tudo... Enquanto dou aulas aos meus explicandos, ela fica a brincar ao lado ou senta-se na sua cadeira a riscar e fazer puzzles. Um destes dias saí da sala por um momento. quando entrei na sala, a minha aluna voltou-se para trás ao que a C. com ar muito autoritário se impôs "Tabalha!"
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